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TI

 

ONG DIVULGA LISTA DE MAIORES CORRUPTOS E CORRUPTORES DO ANO

 

Brasil ficou em 45o lugar em relação encabeçada pelos mais honestos

 

 

MÔNICA YANAKIEW

correspondente

 

 

WASHINGTON - Transparência Internacional (TI), a organizacão não-governamental de combate à corrupção, divulgou ontem um novo índice. Desde 1995, a sua preocupação era medir o grau de honestidade dos políticos e funcionários públicos em quase uma centena de países. Este ano, pela primeira vez, fez duas listas: uma dos corruptos e outra dos corruptores, considerados igualmente culpados.

Para a primeira lista, foram ouvidos empresários, analistas de mercado e cidadãos sobre sua percepção da corrupção do setor público em 99 países. O Brasil ficou praticamente na mesma situação que no ano passado: em 45o lugar (46o, em 1998), numa lista encabeçada pelos mais honestos, e com nota 4,1, numa escala que vai de zero (para o mais corrupto) a 10. Segundo o vice-presidente da TI, Frank Vogl, o Brasil está no grupo de países com "altos índices de corrupção".

Na América Latina, perdeu para o Uruguai (4,4), o Peru (4,5), a Costa Rica (5,1) e o Chile (6,9). Mas ganhou da Argentina (3), que está no limite de ser "extremamente" corrupta. A situação da Dinamarca também continuou a mesma: em 1999 novamente bateu o recorde de honestidade, tirando nota 10. E Camarões, nas duas ocasiões, foi o último colocado.

A surpresa deste ano foi a Segunda lista, dos corruptores. "Para nós é tão importante saber quem paga subornos para conseguir um contrato num país, quanto determinar quem cobra do setor privado gorjetas para fechar um negócio", disse o diretor-executivo da TI, Jeremy Pope.

Ontem Voel foi mais enfático: é impossível enfrentar a corrupção no mundo, sem reconhecer que existe uma "conspiração" entre políticos e companhias transnacionais.

O grupo (Brasil, Argentina, Colômbia, Hungria, Polônia, Rússia, Índia, Indonésia, Filipinas, Coréia do Sul, Tailândia, Marrocos, Nigéria e África do Sul) representa os responsáveis por 60% das importações dos mercados emergentes. O México foi excluído, porque quase a totalidade de seu comércio é com apenas um país: os EUA.


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David Fleischer, Diretor Presidente
Transparência, Consciência & Cidadania - Brasil


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Última atualização: 1-02-2000

 

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